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	<title>ProNormas &#187; ortografia</title>
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	<description>Soluções em formatação e apresentação do seu trabalho acadêmico: normas ABNT, Chicago e Vancouver</description>
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		<title>Entre o ponto e a vírgula</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 03:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pausa maior do que a vírgula. Mas menor do que o ponto final. Nesse entremeio figura o ponto-e-vírgula, sinal gráfico que, gramaticalmente, possui a sutil função de promover separações e pausas. Casos em que ele é utilizado:
a) Marcar pausas mais extensas entre orações que já possuem vírgula
Todas as flores terão as pétalas logo murchas, ressecadas; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1502" class="wp-caption alignleft" style="width: 320px"><img class="size-full wp-image-1502" title="ponto_e_virgula" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2010/02/ponto_e_virgula.jpg" alt="Ponto-e-vírgula (Arnaldo Antunes, 2008)" width="310" height="216" /><p class="wp-caption-text">Ponto-e-vírgula (Arnaldo Antunes, 2008)</p></div>
<p>Pausa maior do que a vírgula. Mas menor do que o ponto final. Nesse entremeio figura o ponto-e-vírgula, sinal gráfico que, gramaticalmente, possui a sutil função de promover separações e pausas. Casos em que ele é utilizado:</p>
<p><em>a) Marcar pausas mais extensas entre orações que já possuem vírgula<br />
</em>Todas as flores terão as pétalas logo murchas, ressecadas; seque também o úmido beijo de amor; é o Noroeste, é o Noroeste, não há como lutar contra o Noroeste (Rubem Braga)</p>
<p><em>b) Ressaltar o sentido de adversidade<br />
</em>Mas não faz mal; é tão normal ter desamor, e tão cafona, sofredor, que eu já nem sei se é meninice ou cafonice o meu amor (Antônio Carlos e Jocafi)</p>
<p><em>c) Separar orações que possam ter a compreensão prejudicada</em><br />
Basta, não ajoelhes, vá embora; se estás arrependida, vê se chora (Cartola)<br />
Depois perdeu a esperança, porque o perdão também cansa de perdoar; tem sempre o dia em que a casa cai, pois vai curtir seu deserto, vai (Vinícius de Moraes e Toquinho)</p>
<p><em>d) Separar orações que exprimem sentidos opostos</em><br />
Eu sei que as cicatrizes falam; mas as palavras calam o que eu não me esqueci (Roberto e Erasmo Carlos)</p>
<p><em>e) Separar lista de itens<br />
</em>A garantia de diversão instantânea, para apreciadores da série fílmica, foi cumprida: explosões; perseguições; tramas misteriosas; reviravoltas surpreendentes; tiradas bem humoradas. (Cecília Almeida)</p>
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		<title>Como usar a vírgula?</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 03:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As vírgulas não são &#8216;pausas&#8217; de respiração, mas contribuem para a fluência do texto, para arejar a leitura e, ainda, facilitar a compreensão dos enunciados. Sua grande função, além de conferir pausas ao discurso, é contribuir para que o texto permaneça claro.
Seguem exemplos de funções da vírgula, amparados por textos de Rubem Braga:
Separação de frases:
Morrer, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1475" title="virgula" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2010/02/virgula.jpg" alt="virgula" width="116" height="186" />As vírgulas não são &#8216;pausas&#8217; de respiração, mas contribuem para a fluência do texto, para arejar a leitura e, ainda, facilitar a compreensão dos enunciados. Sua grande função, além de conferir pausas ao discurso, é contribuir para que o texto permaneça claro.</p>
<p>Seguem exemplos de funções da vírgula, amparados por textos de Rubem Braga:</p>
<p><strong>Separação de frases:</strong><br />
Morrer, descansar no bom úmido chão, não mais imprudentes, não mais aflitos, não mais aflitos!</p>
<p><strong>Em casos de inversão/períodos deslocados na frase</strong>:<br />
Parados entre a solidão do oceano e a solidão urbana, estamos entre o mundo puro e infinito de sempre e o mundo precário e quadriculado de todo dia.</p>
<p><strong>Enumerar</strong>:<br />
Mãos, cabelos, corpo, músculos, seios, extraordinário milagre de coisas suaves e sensíveis, tépidas, feitas para serem infinitamente amadas.</p>
<p><strong>Vocativo</strong>:<br />
Vejam, concidadãos. Eu escrevia as coisas acima em minha casa, há cinco minutos.</p>
<p>Escute, minha senhora, quando levantou os dois braços para arrumar os cabelos, duas bandeiras amigas acenaram por um céu distante</p>
<p><strong>Aposto</strong>:<br />
Então tive uma grande pena &#8211; de minha alma e de meu corpo, e de todo mim mesmo, pobre máquina de querer e de sentir as coisas.</p>
<p><strong> Intercalações</strong>:<br />
Estou cercado de lembranças &#8211; sombras, murmúrios, vozes da infância, preás, mandis e sanhaços; gosto de ingá na ilha do rio, fruta-pão assada com manteiga, fumegante no café da tarde, lagostins saindo das locas e passeando na areia nas tardes quentes, piaus vermelhos, lua atrás : do Itabira, nomes que esquecera, aquela menina lourinha, filha de Seu Duarte, que morreu, enterro alegre de meu irmão, acho que Francisquinho, com nós todos esperando debaixo do caramanchão; e meu pai na cadeira de balanço, Zina guiando o Ford, bois passando para o matadouro, mulheres de lenço na cabeça descendo do Amarelo, vendendo ovos a um “florim&#8221; a dúzia; e escorregamos em folha de pita pelo morro abaixo até o açude&#8230;</p>
<p><strong>Indicação de elipse</strong>:<br />
Eu vos direi, senhora, apenas, que a voz é feia e roufenha, mas o sentimento, límpido, cristalino, puro &#8211; e vosso.</p>
<p><strong>Isolar itens</strong>:<br />
E alguma coisa, talvez a idade, alonga as distâncias sentimentais.</p>
<p><strong>Entoação</strong>:<br />
A espuma das ondas que lhe chega aos pés ou deles se aproxima, ora mais, ora menos, acuando-o de um lado, lembra-lhe que não deve andar em reta, mas se afastando e se abeirando do mar, para ter, nessas oblíquas, uma ilusão de que não se desloca fora do eixo da natureza.</p>
<p><strong>Notação de datas:</strong><br />
Terça-feira, 09 de fevereiro de 2009</p>
<p><strong>Algumas regras de &#8216;não-uso&#8217; da vírgula</strong>:</p>
<p>Separar termos sintaticamente ligados:</p>
<p>Sujeito de predicado =&gt; Nós fomos à sala</p>
<p>Verbos e objetos =&gt; Eu te entreguei a chave</p>
<p>Referência:<br />
BRAGA, Rubem. <em>200 Crônicas Escolhidas</em>: as melhores de Rubem Braga. Rio de Janeiro: Record, 2003.</p>
<p>http://www.radames.manosso.nom.br/gramatica/ortografia/virgula.htm<br />
http://www.brasilescola.com/gramatica/uso-da-virgula.htm</p>
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		<title>Letras maiúsculas e minúsculas: quando e como usar</title>
		<link>http://www.pronormas.com/2009/12/letras-maiusculas-e-minusculas-quando-e-como-usar/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 03:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar das confusões e de aparentar ser quase &#8216;terra de ninguém&#8217;, o uso das letras maiúsculas e minúsculas é regulamentado na Língua Portuguesa e tem regras reforçadas pelo novo acordo ortográfico. A diferenciação não se dá apenas quando do uso de nomes próprios, que exigem que as iniciais sejam grafadas em caixa alta.
Segundo a XIX [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_958" class="wp-caption alignleft" style="width: 195px"><img class="size-thumbnail wp-image-958" title="letras" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2009/12/letras1-289x217.jpg" alt="O uso de maiúsculas e minúsculas tem regras estabelecidas e reforçadas no novo acordo" width="185" height="142" /><p class="wp-caption-text">O uso de maiúsculas e minúsculas tem regras estabelecidas e reforçadas no novo acordo</p></div>
<p>Apesar das confusões e de aparentar ser quase &#8216;terra de ninguém&#8217;, o uso das letras maiúsculas e minúsculas é regulamentado na Língua Portuguesa e tem regras reforçadas pelo novo acordo ortográfico. A diferenciação não se dá apenas quando do uso de nomes próprios, que exigem que as iniciais sejam grafadas em caixa alta.</p>
<p>Segundo a XIX Base do Acordo Ortográfico (INSTITUTO ANTÔNIO HOUAISS, 2008), a letra minúscula é empregada nos seguintes casos:</p>
<p>1) No uso corrente das palavras (mar, amor, céu, imensidão)<br />
2) Nas palavras que se referem a dias (terça-feira), meses (dezembro), estações do ano (verão)<br />
3) Nas grafias fulano, sicrano e beltrano<br />
4) Nas formas de tratamento é facultativa a utilização (Senhor Doutor ou senhor doutor)<br />
5) Também é facultativo o uso de minúsculas nos nomes referentes a domínios do saber (jornalismo ou Jornalismo, português ou Português)</p>
<p>Já a letra maiúscula iniciando os vocábulos deve ser utilizada quando:</p>
<p>1) Nos nomes de pessoas reais ou fictícias (Adriana, Cinderela, Chapeuzinho Vermelho)<br />
2) Nos nomes de localizações geográficas, cidades, estados etc &#8211; reais ou fictícios (Recife, Bahamas, Atlântida)<br />
3) Nos nomes de seres mitológicos e/ou antropomorfizados (Afrodite, Zeus, Thor)<br />
4) Nos nomes de instituições (Universidade Federal de Pernambuco)<br />
5) Nos nomes de festas e festividades (Natal, São João, Carnaval)<br />
6) Nos títulos de periódicos (Jornal do Commercio, Diario de Pernambuco)<br />
7) Nos pontos cardeais (Nordeste, Norte, Sul)<br />
 <img src='http://www.pronormas.com/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Em siglas, símbolos e abreviaturas (ONU,  Sra, Sr)<br />
9) É facultativo o uso em palavras de reverência, logradouros públicos e versos: (avenida Boa Viagem ou Avenida Boa Viagem)</p>
<p>Em caso de dúvidas quanto ao emprego das maiúsculas e minúsculas ou em situações não tratadas neste post, a Equipe ProNormas fica à disposição. É só fazer um comentário ou entrar em contato conosco pelo <a href="mailto:contatos@pronormas.com">contatos@pronormas.com</a></p>
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		<title>Acentuação das paroxítonas &#8216;ei&#8217; e &#8216;oi&#8217;</title>
		<link>http://www.pronormas.com/2009/11/acentuacao-das-paroxitonas-ei-e-oi/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 03:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As palavras paroxítonas &#8211; &#8220;diz-se do vocábulo que tem o acento tônico na penúltima sílaba&#8221; (AURÉLIO, 2005, informação eletrônica) &#8211; , que em poucos casos recebem acentuação, deixaram, com o novo acordo ortográfico, de receber o acento agudo quando ditongos formados pelas sílabas tônicas ei e oi. Dessa forma, perderam o acento palavras como:
ideia, assembleia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_849" class="wp-caption alignleft" style="width: 234px"><img class="size-thumbnail wp-image-849" title="alfabeto7" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2009/11/alfabeto7-240x217.jpg" alt="Ideia e assembleia perdem o acento" width="224" height="202" /><p class="wp-caption-text">Ideia e assembleia perdem o acento</p></div>
<p>As palavras paroxítonas &#8211; &#8220;<span id="D_DEF">diz-se do vocábulo que tem o acento tônico na penúltima sílaba&#8221; (AURÉLIO, 2005, informação eletrônica</span>) &#8211; , que em poucos casos recebem acentuação, deixaram, com o novo acordo ortográfico, de receber o acento agudo quando ditongos formados pelas sílabas tônicas <em>ei</em> e <em>oi</em>. Dessa forma, perderam o acento palavras como:</p>
<p>ideia, assembleia e boleia</p>
<p>Apesar de causar estranhamento, a alteração foi realizada tomando como motivo o fato de que &#8220;existe oscilação em muitos casos entre o fechamento e a abertura na sua articulação&#8221; (INSTITUTO ANTÔNIO HOUAISS, 2008, p.84), a exemplo de aldeia, cadeia, cheia, meia, proteico etc, que já não eram acentuadas.</p>
<p><strong>Referências</strong><br />
INSTITUTO ANTÔNIO HOUAISS. E<em>screvendo pela nova ortografia</em>: como usar as regras do novo acordo ortográfico da língua portuguesa<em>.</em> 2. ed. São Paulo: Publifolha, 2008.</p>
<p>FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. <em>Paroxítona</em>. In: o autor.<em> Novo Dicionário Eletrônico Aurélio da Língua Portuguesa</em>. 3. ed. Paraná: Positivo, 2004. Disponível em: C:/arquivos de programas/Novo Dicionário Aurélio 2005. Acesso em: 18 nov. 2009. Versão 5.</p>
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		<title>Como usar &#8220;abreviaturas&#8221;?</title>
		<link>http://www.pronormas.com/2009/11/como-usar-abreviaturas/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:13:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Abreviatura ou abreviação é a forma reduzida ou abreviada de uma palavra, expressão ou frase, em que frequentemente se utiliza com um ponto final para se indicar que se trata de uma forma incompleta. Desde o advento do manuscrito, a prática das abreviações (em sentido amplo) vem sendo incrementada. No passado, elas podiam ser consideradas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-828" title="abreviatura" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2009/11/abreviatura.jpg" alt="abreviatura" width="141" height="122" />Abreviatura</strong> ou <strong>abreviação</strong> é a forma reduzida ou abreviada de uma palavra, expressão ou frase, em que frequentemente se utiliza com um ponto final para se indicar que se trata de uma forma incompleta. Desde o advento do manuscrito, a prática das abreviações (em sentido amplo) vem sendo incrementada. No passado, elas podiam ser consideradas mais ou menos estáveis e comuns (abreviaturas) ou mais ou menos episódicas (abreviações).</p>
<p>Desde o século XIX, porém, apareceram três grupos amplos que, em conjunto, podem ser chamados <span style="text-decoration: underline;">reduções</span> ou <span style="text-decoration: underline;">braquigrafias</span>:</p>
<p><strong>a)</strong> reduções tradicionais mais ou menos fixas (V., por você, V.M., por Vossa Mercê, Sr., por Senhor), chamadas abreviaturas;</p>
<p><strong>b)</strong> reduções feitas especialmente para uso em certa obra especializada (abreviações);</p>
<p><strong>c)</strong> reduções que seguem padrões internacionais, os conhecidos símbolos  como é o caso das usadas no sistema metrológico internacional ou na química etc.</p>
<p>A partir do século XX os nomes intitulativos designativos de associações, sociedades, empresas, companhias, firmas e afins passaram também a ser objeto de reduções, tal como antes já se fazia, em trabalhos eruditos, com os títulos de obras de referência (dicionários, enciclopédias, etc.), quando repetidamente citados. Essas reduções podem ser chamadas siglas: especializadamente se vem convencionando que, quando uma sigla tem caráter de palavra ou vocábulo, seja dita <span style="text-decoration: underline;">siglema</span> (<a title="Petrobras" href="http://www.petrobras.com.br" target="_self">Petrobras</a>) e, quando não o tenha, seja dita <span style="text-decoration: underline;">siglóide</span> (EE.UU.A. ou EUA).</p>
<p>As siglas em grande número se fazem pelas letras iniciais do intitulativo (URSS, <a title="UNESCO Nações Unidas" href="http://portal.unesco.org" target="_self">UNESCO</a>) ou por letras e sílabas iniciais (Sudam, Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia), ou por combinações arbitrárias. Entra-se, assim, em certas reduções em que se podem misturar letras e elementos ideográficos, gerando uma série de signos, sinais e logotipos, e mesmo índices e ícones.</p>
<p>A abreviatura ou a redução, no caso da escrita em trabalhos acadêmicos, pode seguir o padrão sugerido pela <a title="ABNT" href="http://www.abnt.org.br" target="_self">ABNT</a> (2005, p. 9): &#8220;quando aparece pela primeira vez no texto, a forma completa do nome precede a sigla, colocada entre parênteses)</p>
<p>exemplo:  O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)<em></em></p>
<p><strong>Referência</strong>:<br />
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724. Informação e documentação: Trabalhos acadêmicos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2005. p. 9.</p>
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		<title>Área Jurídica: &#8220;in verbis&#8221;, &#8220;litteris&#8221; ou &#8220;sic&#8221;?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:00:22 +0000</pubDate>
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O tema deste artigo foi sugerido por um usuário do Blog ProNormas. Um advogado, por e-mail, solicitou que fosse publicada uma explicação sobre a diferença entre três termos latinos muito utilizados na linguagem jurídica.
Apesar de essas três expressões serem utilizadas pelas pessoas que atuam na área jurídica, de forma que pareçam sinônimas, elas não são. Esses termos também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<div id="attachment_789" class="wp-caption alignleft" style="width: 110px"><img class="size-full wp-image-789" title="justica" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2009/11/justica.png" alt="Balança: símbolo da Justiça" width="100" height="100" /><p class="wp-caption-text">Balança: símbolo da Justiça</p></div>
<p>O tema deste artigo foi sugerido por um usuário do Blog ProNormas. Um advogado, por e-mail, solicitou que fosse publicada uma explicação sobre a diferença entre três termos latinos muito utilizados na linguagem jurídica.</p></div>
<p>Apesar de essas três expressões serem utilizadas pelas pessoas que atuam na área jurídica, de forma que pareçam sinônimas, elas não são. Esses termos também são muito encontrados em textos produzidos pelos grandes veículos de comunicação impressa, historiográficos, arquivísticos, linguísticos etc.</p>
<p>Vamos aos exemplos. Lembrando que é prática no Brasil, em diversos e distintos segmentos, utilizar os termos em Latim no formato <em>Itálico</em>. A Equipe ProNormas não recomenda a utilização do negrito como forma de marcar o texto.</p>
<p>1.   <em>sic</em>:   vocábulo latino que significa, em Português, &#8216;assim&#8217;. Na área jurídica ela deve ser utilizada na forma minúscula, entre parênteses ou colchetes, depois de frases ou citações para indicar que o texto foi mantido ou citado &#8216;assim como está escrito&#8217;, mesmo tendo erros ortográfico-gramaticais. Ou seja, ao colocar o termo (<em>sic</em>)<strong> </strong>você mostra ao seu leitor que é &#8216;assim&#8217; mesmo que estava no texto ou na fonte original, por mais errado ou estranho que pareça. O (<em>sic</em>) também é usado para expressar construções textuais que podem causar algum tipo de estranheza, podem parecer sem sentido ou contraditórias.</p>
<p>2.   <em>in verbis</em>:   expressão latina que significa, em Português, &#8216;nesse termos&#8217;. A expressão &#8216;<em>in verbis</em>&#8216; precede as citações de normas jurídicas e decisões judiciais, indicando que aquela citação está na forma literal. Algumas pessoas acreditam à essa expressão a função de indicar algo que foi dito, falado, verbalizado. No entanto, também é adequado utilizar essa expressão ao se referir a palavras escritas. Nesse caso, &#8216;<em>in verbis</em>&#8216; vai ter um mesmo sentido que &#8216;<em>litteris</em>&#8216;, expressão que veremos a seguir.</p>
<p>3.   <em>ipsis litteris</em>:   vocábulo latino que significa &#8216;pelas mesmas letras&#8217; ou &#8216;literalmente&#8217;. Algumas pessoas gostam de utilizar esta expressão quando o trecho advém de uma fonte escrita, assim ela se diferencia do &#8216;<em>in verbis</em>&#8216; ou &#8216;<em>ipsis verbis</em>&#8216;, utilizado para indicar aquilo que foi falado.</p>
<p>Por exemplo: digamos que um advogado assistiu/ouviu a uma sentença de um juiz. Ao transcrever o que foi falado, ele deve citar, indicando, antes da citação, em itálico, a expressão &#8216;in verbis&#8217; ou &#8216;ipsis verbis&#8217;. No entanto, se esse mesmo advogado leu a sentença escrita do mesmo juiz, ele deve citar o trecho que necessita indicando, antes da citação, em itálico, a expressão &#8216;litteris&#8217; ou &#8216;ipsis litteris&#8217;.</p>
<p>Essa diferenciação pode ser útil para indicar, num mesmo texto/documento, qual citação foi de uma fonte oral/falada e qual foi de uma fonte escrita/impressa.</p>
<p>Além disso, recomendamos que ao utilizar as expressões &#8216;<em>in verbis</em>&#8216;, &#8216;<em>ipsis verbis</em>&#8216;, &#8216;<em>litteris</em>&#8216; e &#8216;<em>ipsis litteris</em>&#8216;, você use o termo (<em>sic</em>), quando nos trechos da fonte original, seja ela falada ou escrita, haver algo inadequado ou estranho do ponto de vista ortográfico-gramatical.</p>
<p>A Equipe ProNormas agradece a participação do usuário que nos fez a sugestão deste post.</p>
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		<title>Um post à crase</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 03:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De tão incompreendida, ela chega a ser um dos elementos mais esquecidos pelos estudantes. Por falta de conhecimento, é deixada muitas vezes de lado ou, pela mesma falta de informação, utilizam-na ao bel-prazer e ao sabor das marés, posicionando-a defronte a palavras masculinas e ante números.
A crase, que na verdade é a denominação para toda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-747" title="crase" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2009/11/crase1-150x217.gif" alt="crase" width="119" height="116" />De tão incompreendida, ela chega a ser um dos elementos mais esquecidos pelos estudantes. Por falta de conhecimento, é deixada muitas vezes de lado ou, pela mesma falta de informação, utilizam-na ao bel-prazer e ao sabor das marés, posicionando-a defronte a palavras masculinas e ante números.</p>
<p>A crase, que na verdade é a denominação para toda e qualquer &#8220;contração ou fusão de duas vogais em uma só&#8221; (AURÉLIO, 2005, informação eletrônica), funciona gramaticalmente como a descrição da junção da preposição &#8216;a&#8217; com o artigo definido feminino singular/plural &#8216;a(s)&#8217;, resultando no &#8216;à&#8217;(s) com acento grave. Também são crase a junção do &#8216;de&#8217; com os pronomes demonstrativos &#8220;<span style="color: #000000;">a, as, aquele, aquela, aquilo, aquiloutro, aqueloutro&#8221; (GRAMÁTICA, 2009, informação eletrônica).</span></p>
<p>São vários os casos que pedem o uso da crase, e boa parte deles parte do princípio de o termo que a siga ser um substantivo feminino. Uma dica preciosa para se confirmar o uso ou não da crase é o jogo entre o &#8216;de&#8217; e o &#8216;da&#8217;. Tomando como exemplo a frase &#8216;Eu vou à Espanha&#8217;, o acento grave é confirmado pois, caso modifiquemos a frase para incluir as preposições &#8216;de&#8217; ou &#8216;da&#8217;, o resultado será eu  &#8217;Eu gosto da Espanha&#8217;. Caso oposto ocorre com &#8217;Eu fui a Angola&#8217;, pois na substituição Angola será precedida por um &#8216;de&#8217;, conforme fica claro em &#8216;Eu gosto de Angola&#8217;.</p>
<p>Outro &#8216;macete&#8217; bastante utilizado é substituir o termo que sucede a crase por uma palavra masculina. Caso, na substituição, a palavra exija a preposição &#8216;ao&#8217;, haverá a necessidade de crase. Exemplo: &#8216;Eu vou à praia&#8217; recebe crase, pois trocando praia por campo, pede-se a preposição ao: &#8216;Eu vou ao campo&#8217;.</p>
<p>Alguma regras básicas de uso da crase:<span id="more-744"></span></p>
<p>1) Adjuntos adverbiais femininos de tempo, lugar e modo: (à meia-noite, à esquerda, à noite, à meia-luz, à tarde, às dez horas)<br />
2) Quando há elipse, em substituição ao termo oculto: (sua roupa é igual à do meu primo)<br />
3) Nas expressões que indiquem &#8216;à moda de&#8217;, ou &#8216;à maneira de&#8217;, mesmo diante de palavras masculinas: (saiu à francesa, vestidos à channel, bife à milanesa, corte à Lagerfeld)<br />
4) Diante dos pronomes relativos &#8216;a qual&#8217; e &#8216;as quais&#8217;, quando o verbo exigir a preposição &#8216;a&#8217;: (a cena à qual assisti não será jamais apagada)</p>
<p>A crase não é utilizada nos seguintes casos:</p>
<p>1) Diante de palavras masculinas: (Dei um presente a Paulo)<br />
2) Antes de verbos: (Ele permanecia a chorar)<br />
3) Antes de pronomes: (A você, todo o meu afeto)<br />
4) Antes de palavras femininas no plural, precedidas da preposição a: (Ela não vai a festas)</p>
<p>Numa das belas alegorias de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carl_Sagan">Sagan </a>(1992, dedicatória) &#8211; &#8220;<span style="color: #0000ff;"><strong>Ante a vastidão do espaço e da imensidade do tempo, é um prazer para mim dividir um planeta e uma época com Annie&#8221; </strong></span>- , o &#8216;a&#8217; antes de vastidão não leva crase, pois o &#8216;ante&#8217; é uma preposição que não exige artigo.</p>
<p>Há muitos outros exemplos e regras. Sugerimos, em caso de dúvida, a consulta a uma boa gramática. Não custa nada, não vai fazê-lo perder tempo, e o ganho à língua portuguesa é inegável. Às gramáticas, pois, nossos agradecimentos.</p>
<p><strong>Referências</strong>:<br />
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. <em>Crase</em>. In: o autor.<em> Novo Dicionário Eletrônico Aurélio da Língua Portuguesa</em>. 3. ed. Paraná: Positivo, 2004. Disponível em: C:/arquivos de programas/Novo Dicionário Aurélio 2005. Acesso em: 09 nov. 2009. Versão 5.<br />
GRAMÁTICA Online. <em>Crase</em>. Disponível em &lt;<a href="http://www.gramaticaonline.com.br/gramatica/janela.asp?cod=92">http://www.gramaticaonline.com.br/gramatica/janela.asp?cod=92</a>&gt;. Acesso em: 09 nov. 2009.<br />
SAGAN, Carl. <em>Cosmos</em>. São Paulo: Villa Rica, 1992.</p>
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		<title>Como abreviar o nome dos meses?</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 03:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A prática de abreviar palavras põe em conflito argumentos de linguistas e educadores, ainda mais se considerarmos o advento da tecnologias de comunicação. No entanto, você sabia que essa prática não pode ser vista como recente ou a-histórica?
O acervo de documentos históricos no Brasil é riquíssimo para o estudo e análise de uma História ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-522" title="abreviatura" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2009/10/abreviatura.jpg" alt="abreviatura" width="118" height="89" />A prática de abreviar palavras põe em conflito argumentos de linguistas e educadores, ainda mais se considerarmos o advento da tecnologias de comunicação. No entanto, você sabia que essa prática não pode ser vista como recente ou a-histórica?</p>
<p>O acervo de documentos históricos no Brasil é riquíssimo para o estudo e análise de uma História ou Arqueologia das Abreviaturas, seus significados e sentidos. Mas por que surgiram? Alguns dos fatores que podem ter contribuído para isso foram: escassez de recursos em adquirir materiais, como tintas, papéis e plumas, em razão da distância entre Portugal e o Brasil-Colônia, além da ausência de um sistema ortográfico oficial para a Língua Portuguesa.</p>
<p>Seguem alguns exemplos:  a letra &#8220;p&#8221;, por exemplo, pode ter até 60 significados identificados, desde as unidades de medidas, como &#8220;pé&#8221; e &#8220;polegada&#8221;, até os nomes, como &#8220;Paulo&#8221; e &#8220;Pedro&#8221;. A letra &#8220;X&#8221; pode significar a operação matemática &#8220;multiplicação&#8221;, mas em tempos antigos significava &#8220;Cristo&#8221;, etc.</p>
<p>Para elaborar trabalhos acadêmicos a ABNT (2002, p. 22) sugere a abreviação dos <strong><span style="color: #0000ff;">nomes dos meses do ano</span></strong><span style="color: #000000;">, até a terceira letra, seguida de um ponto, com exceção do mês &#8220;Maio&#8221;, que não é abreviado. Lembrando que como se trata de uma abreviatura sempre se coloca o ponto. Vejam a seguir:</span></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="108" valign="top">janeiro &#8211; jan.</td>
<td width="120" valign="top">julho &#8211; jul.</td>
</tr>
<tr>
<td width="108" valign="top">fevereiro -fev.</td>
<td width="120" valign="top">agosto &#8211; ago.</td>
</tr>
<tr>
<td width="108" valign="top">março &#8211; mar.</td>
<td width="120" valign="top">setembro -  set.</td>
</tr>
<tr>
<td width="108" valign="top">abril &#8211; abr.</td>
<td width="120" valign="top">outubro &#8211; out.</td>
</tr>
<tr>
<td width="108" valign="top">maio &#8211; maio</td>
<td width="120" valign="top">novembro – nov.</td>
</tr>
<tr>
<td width="108" valign="top">junho – jun.</td>
<td width="120" valign="top">dezembro &#8211; dez.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Referência</strong>:<br />
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. <em>NBR 6023</em>. <em></em>Informação e Documentação: Referências – Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. p. 22, Anexo A.<br />
<span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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