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	<title>ProNormas &#187; ASpásia</title>
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		<title>As mulheres e a Ciência</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 01:16:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
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Queima de sutiãs, direito a voto, condições precárias de trabalho, desigualdade salarial, dupla jornada, assédio moral, cerceamento de liberdade e preconceito.
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<p>Queima de sutiãs, direito a voto, condições precárias de trabalho, desigualdade salarial, dupla jornada, assédio moral, cerceamento de liberdade e preconceito.</p>
<p>São muitos os temas e bandeiras levantados na comemorações pelo Dia Internacional da Mulher (08 de março). E todos eles, em maior ou menor grau, fazem lembrar as batalhas diárias que as representantes do sexo feminino enfrentam desde que o mundo é mundo &#8211; quer seja para garantir o mesmo valor do salário dos colegas homens, quer para ter o direito (basilar) de serem donas do próprio nariz, sem necessidade de justificativas ou anuências de maridos, pais, namorados e congêneres. Mais do que isso: representam o direito universal de bastarem-se a si mesmas.</p>
<p>No campo científico também não tem sido muito diferente. É o que a obra <em>Woman in Science</em>: <em>with an introductory chapter on woman&#8217;s long struggle for the things of the mind</em> (Mulher na ciência: com um capítulo introdutório sobre a longa batalha femina pelas coisas da mente), publicada em 1913 por H.J Mozan, discute e apresenta.</p>
<p>O livro é muito mais do que uma compilação histórica a respeito da trajetória das mulheres cientistas até o ano 13 do século passado. É um libelo a favor da necessidade da presença e participação maciças das mulheres em campos preconceituosamente taxados de &#8216;tipicamente masculinos&#8217;, a exemplo dos &#8216;assuntos da mente&#8217; destacados no sub-título da obra.</p>
<p>Totalmente disponível para leitura e download através <a href="http://www.archive.org/stream/womaninsciencewi00mozaiala#page/n5/mode/2up">deste link</a>, <em>Woman in Science</em>, além de um dos precursores da história feminina no campo científico, remete à Antiguidade Clássica, no prefácio, para explicar a origem do desejo de eternizar num livro o trabalho de mulheres nas &#8220;coisas da mente&#8221; (MOZAN, 1913, p.ix).</p>
<p>Durante uma temporada na Grécia, o autor rememora <a href="http://www.historywiz.com/historymakers/aspasia.htm">Aspasia</a>, tida como cortesã e uma das mulheres mais brilhantes do Mundo Antigo, e é a partir da inteligência e cultura refinada desta figura histórica que surge a ideia do livro. Quando ele dá por si que &#8220;mulheres de eminência intelectual têm recebido muito pouco crédito por suas contribuições ao progresso do conhecimento, e deveriam ter um historiador compreensivo a tudo o que alcançaram no domínio do aprendizado&#8221; (MOZAN, 1913,p.x).</p>
<p>A obra de Mozan é um convite à leitura aos que apreciam Ciência e História. E um grande afago a todas as mulheres &#8211; cientistas ou não -, que permanecem na batalha cotidiana pelo direito a serem iguais e diferentes.</p>
<p><strong>Referência<br />
</strong>MOZAN, H.J. <em>Woman in Science</em>: with an introductory chapter on woman&#8217;s long struggle for the things of the mind. New York: D. Appleton and Company, 1913.</p>
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