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	<description>Soluções em formatação e apresentação do seu trabalho acadêmico: normas ABNT, Chicago e Vancouver</description>
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		<title>O que é SCIELO?</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 03:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SciELO &#8211; Scientific Electronic Library Online (Biblioteca Científica Eletrônica em Linha) é um modelo para a publicação eletrônica cooperativa de periódicos científicos na Internet. Especialmente desenvolvido para responder às necessidades da comunicação científica nos países em desenvolvimento e particularmente na América Latina e Caribe, o modelo proporciona uma solução eficiente para assegurar a visibilidade e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1264 alignleft" title="Scielo_2009" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2009/12/Scielo_2009.jpg" alt="Scielo_2009" width="124" height="92" />SciELO &#8211; Scientific Electronic Library Online (Biblioteca Científica Eletrônica em Linha) é um modelo para a publicação eletrônica cooperativa de periódicos científicos na Internet. Especialmente desenvolvido para responder às necessidades da comunicação científica nos países em desenvolvimento e particularmente na América Latina e Caribe, o modelo proporciona uma solução eficiente para assegurar a visibilidade e o acesso universal a sua literatura científica, contribuindo para a superação do fenômeno conhecido como &#8216;ciência perdida&#8217;. O Modelo SciELO contém ainda procedimentos integrados para medir o uso e o impacto dos periódicos científicos.</p>
<p>O Modelo SciELO é o produto da cooperação entre a FAPESP (<a href="http://www.fapesp.br/">http://www.fapesp.br</a>) &#8211; Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, BIREME (<a href="http://www.bireme.br/">http://www.bireme.br</a>) &#8211; Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde, instituições nacionais e internacionais relacionadas com a comunicação científica e editores científicos. Um projeto piloto, envolvendo 10 periódicos brasileiros de diferentes áreas do conhecimento, foi desenvolvido com êxito entre Março de 1997 e Maio de 1998, com o desenvolvimento e a avaliação de uma metodologia adequada para a publicação eletrônica na Internet. Desde Junho de 1998 o projeto opera regularmente, incorporando novos títulos de periódicos e expandindo sua operação para outros países. A partir de 2002, o Projeto conta com o apoio do CNPq (<a href="http://www.cnpq.br/">http://www.cnpq.br</a>) &#8211; Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.</p>
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		<title>O que é BIREME?</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 03:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A BIREME é um centro especializado da OPAS em informação em saúde, foi criada em 1967 como Biblioteca Regional de Medicina, mediante convênio entre o Governo do Brasil e a OPAS, para fortalecer a reunião e disseminação de publicações sanitárias da Região Latino-Americana. Em 1982 se converteu no Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="size-full wp-image-1267 alignleft" title="bireme_2009" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2009/12/bireme_2009.jpg" alt="bireme_2009" width="114" height="117" />A BIREME é um centro especializado da OPAS em informação em saúde, foi criada em 1967 como Biblioteca Regional de Medicina, mediante convênio entre o Governo do Brasil e a OPAS, para fortalecer a reunião e disseminação de publicações sanitárias da Região Latino-Americana. Em 1982 se converteu no Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde, com a missão de:</p>
<ul>
<li>Disseminar a informação científica e técnica em saúde (ICTS) entre os profissionais de saúde da Região;</li>
<li> Processar a literatura em saúde produzida nos países da Região;</li>
<li>Facilitar a articulação do sistema regional com outros grandes sistemas de ICTS;</li>
<li>Coordenar as redes nacionais e a rede regional de ICTS como o Sistema Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde.</li>
</ul>
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		<title>As mulheres e a Ciência</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 01:16:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
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Queima de sutiãs, direito a voto, condições precárias de trabalho, desigualdade salarial, dupla jornada, assédio moral, cerceamento de liberdade e preconceito.
São muitos os temas e bandeiras levantados na comemorações pelo Dia Internacional da Mulher (08 de março). E todos eles, em maior ou menor grau, fazem lembrar as batalhas diárias que as representantes do sexo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1559" title="mulher na ciencia" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2010/03/mulher-na-ciencia-442x217.jpg" alt="mulher na ciencia" width="442" height="217" /></p>
<p>Queima de sutiãs, direito a voto, condições precárias de trabalho, desigualdade salarial, dupla jornada, assédio moral, cerceamento de liberdade e preconceito.</p>
<p>São muitos os temas e bandeiras levantados na comemorações pelo Dia Internacional da Mulher (08 de março). E todos eles, em maior ou menor grau, fazem lembrar as batalhas diárias que as representantes do sexo feminino enfrentam desde que o mundo é mundo &#8211; quer seja para garantir o mesmo valor do salário dos colegas homens, quer para ter o direito (basilar) de serem donas do próprio nariz, sem necessidade de justificativas ou anuências de maridos, pais, namorados e congêneres. Mais do que isso: representam o direito universal de bastarem-se a si mesmas.</p>
<p>No campo científico também não tem sido muito diferente. É o que a obra <em>Woman in Science</em>: <em>with an introductory chapter on woman&#8217;s long struggle for the things of the mind</em> (Mulher na ciência: com um capítulo introdutório sobre a longa batalha femina pelas coisas da mente), publicada em 1913 por H.J Mozan, discute e apresenta.</p>
<p>O livro é muito mais do que uma compilação histórica a respeito da trajetória das mulheres cientistas até o ano 13 do século passado. É um libelo a favor da necessidade da presença e participação maciças das mulheres em campos preconceituosamente taxados de &#8216;tipicamente masculinos&#8217;, a exemplo dos &#8216;assuntos da mente&#8217; destacados no sub-título da obra.</p>
<p>Totalmente disponível para leitura e download através <a href="http://www.archive.org/stream/womaninsciencewi00mozaiala#page/n5/mode/2up">deste link</a>, <em>Woman in Science</em>, além de um dos precursores da história feminina no campo científico, remete à Antiguidade Clássica, no prefácio, para explicar a origem do desejo de eternizar num livro o trabalho de mulheres nas &#8220;coisas da mente&#8221; (MOZAN, 1913, p.ix).</p>
<p>Durante uma temporada na Grécia, o autor rememora <a href="http://www.historywiz.com/historymakers/aspasia.htm">Aspasia</a>, tida como cortesã e uma das mulheres mais brilhantes do Mundo Antigo, e é a partir da inteligência e cultura refinada desta figura histórica que surge a ideia do livro. Quando ele dá por si que &#8220;mulheres de eminência intelectual têm recebido muito pouco crédito por suas contribuições ao progresso do conhecimento, e deveriam ter um historiador compreensivo a tudo o que alcançaram no domínio do aprendizado&#8221; (MOZAN, 1913,p.x).</p>
<p>A obra de Mozan é um convite à leitura aos que apreciam Ciência e História. E um grande afago a todas as mulheres &#8211; cientistas ou não -, que permanecem na batalha cotidiana pelo direito a serem iguais e diferentes.</p>
<p><strong>Referência<br />
</strong>MOZAN, H.J. <em>Woman in Science</em>: with an introductory chapter on woman&#8217;s long struggle for the things of the mind. New York: D. Appleton and Company, 1913.</p>
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		<title>O que é literatura cinzenta?</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 03:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1065" title="literaturacinzenta" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2009/12/literaturacinzenta.jpg" alt="literaturacinzenta" width="146" height="109" />A literatura cinzenta refere-se a toda a documentação produzida nos ministérios, agências governamentais, organizações privadas, ONG&#8217;s, instituições culturais e acadêmicas e a gerada em reuniões, congressos e foros de natureza diversificada. A literatura cinzenta converteu-se atualmente na forma mais ágil a que a comunidade científica recorre para difundir os resultados dos seus trabalhos e investigações. Isto deve-se às suas principais características:</p>
<p>1. Faculta informação que não está disponível;<br />
2. Divulga os resultados de conferências e de congressos de forma mais rápida do que a literatura convencional que, em regra, está sujeita a processos de publicação mais demorada;<br />
3. Permite confirmar informação importante localizada noutras fontes;<br />
4. É concisa, incide diretamente no conteúdo da questão tratada, particularmente quando se trata de documentação técnica, relatórios e documentos governamentais;<br />
5. A facilidade de difusão através da internet.</p>
<p>A literatura cinzenta não é difundida comercialmente, mas pode ser facilmente localizada. Por outro lado, ela não segue as regras de padronização das publicações como livros e revistas, mas contém informação valiosa e única.</p>
<p>Em geral, considera-se literatura cinzenta publicações não-convencionais, evasivas e, às vezes, efêmeras. Podem incluir, mas não estão limitadas aos seguintes tipos de materiais: relatórios (pré-impresso, preliminar e avançados, técnicos, relatórios estatísticos, memorandos, estudos de mercado, etc), Teses, monografias, dissertações, actas de conferências, especificações técnicas e normas, traduções não-comerciais, bibliografias, documentação técnica e comercial, bem como documentos oficiais não publicados comercialmente.</p>
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		<title>Divulgada nova lista de aprovados no SiSU</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 13:19:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já pode ser acessada, através deste link do site do Ministério da Educação, a lista de aprovados na terceira etapa de inscrições no Sistema de Seleção Unificada (SiSU).
O projeto seleciona candidatos às vagas das instituições federais que utilizam a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2009 como única fase de seu processo seletivo.
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1550" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-thumbnail wp-image-1550" title="aprovados" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2010/03/aprovados-400x217.jpg" alt="O SiSU é o sistema de seleção unificada para ingresso às universidades federais" width="400" height="217" /><p class="wp-caption-text">O SiSU é o sistema de seleção unificada para ingresso às universidades federais</p></div>
<p>Já pode ser acessada, através <a href="http://sisu.mec.gov.br/resultado.html">deste link</a> do site do Ministério da Educação, a lista de aprovados na terceira etapa de inscrições no Sistema de Seleção Unificada (SiSU).</p>
<p>O projeto seleciona candidatos às vagas das instituições federais que utilizam a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2009 como única fase de seu processo seletivo.</p>
<p>O candidato deverá confirmar a vaga no prazo que vai desta terça (9) à próxima quinta-feira (12). Segundo a página do SiSU, aqueles que não forem selecionados podem confirmar no sistema se pretendem fazer parte da lista de espera para o curso no qual se inscreveram. A confirmação deve ser feita no sistema durante o período de matrículas.</p>
<p>Saiba como funciona o sistema em http://sisu.mec.gov.br/como_funciona.html</p>
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		<title>O que é uma &#8220;Dissertação&#8221;?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 03:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dissertar é um ato praticado pelas pessoas todos os dias. Elas procuram justificativas para a elevação dos preços, para o aumento da violência nas cidades, para a repressão dos pais. A vida cotidiana traz constantemente a necessidade de exposição de idéias pessoais, opiniões e pontos de vista. Em alguns casos, é preciso persuadir os outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1061" title="dissertacao" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2009/12/dissertacao.jpg" alt="dissertacao" width="131" height="142" />Dissertar é um ato praticado pelas pessoas todos os dias. Elas procuram justificativas para a elevação dos preços, para o aumento da violência nas cidades, para a repressão dos pais. A vida cotidiana traz constantemente a necessidade de exposição de idéias pessoais, opiniões e pontos de vista. Em alguns casos, é preciso persuadir os outros a adotarem ou aceitarem uma forma de pensar diferente.</p>
<p>Em todas essas situações e em muitas outras, utiliza-se a linguagem para dissertar. A dissertação implica discussão de idéias, argumentação, organização do pensamento, defesa de pontos de vista, descoberta de soluções. É, entretanto, necessário conhecimento do assunto que se vai abordar, aliado a uma tomada de posição diante desse assunto.</p>
<p>Na academia a dissertação é um dos diversos e distintos tipos de documentos acadêmicos, também chamada de literatura cinzenta ou tese. Em muitos países, a dissertação é um documento que uma pessoa entrega ao Programa de Pós-Graduação como requisito parcial para receber o título de Mestre. Atenção às diferenças entre Mestrado, Mestrado Profissional e Especialização.</p>
<p>O conteúdo da dissertação pode ser entendido como um breve tratado sobre algum tema doutrinário, científico ou artístico. Não, necessariamente, deva tratar sobre algo inédito ou que venha a trazer uma contribuição original à alguma área de conhecimento (papel esse que cabe a Tese  de Doutorado). Se caracteriza pela exposição, defesa de uma idéia que será analisada e discutida a partir de um ponto de vista. Para tal defesa o autor do texto dissertativo trabalha com argumentos, com fatos, com dados, os quais utiliza para reforçar ou justificar o desenvolvimento de suas idéias.</p>
<p>Conforme a ABNT(2005, p. 2), uma dissertação é um &#8220;documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem delimitado em sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor), visando a obtenção do título de mestre.&#8221;</p>
<p><strong>Referências</strong>:<br />
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. <em>NBR 10520</em>. Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2005.</p>
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		<title>O que é SEER?</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 03:00:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[SEER é uma sigla para Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas. Esse sistema foi desenvolvido para a construção e gestão de uma publicação periódica eletrônica. É uma ferramenta que contempla ações essenciais à automação das atividades de editoração de periódicos científicos.
O SEER foi traduzido e customizado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1023" class="wp-caption alignleft" style="width: 134px"><img class="size-full wp-image-1023" title="SEER" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2009/11/SEER.jpg" alt="Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas" width="124" height="124" /><p class="wp-caption-text">Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas</p></div>
<p>SEER é uma sigla para Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas. Esse sistema foi desenvolvido para a construção e gestão de uma publicação periódica eletrônica. É uma ferramenta que contempla ações essenciais à automação das atividades de editoração de periódicos científicos.</p>
<p>O SEER foi traduzido e customizado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), baseado no software desenvolvido pelo <a title="Projeto de Conhecimento Público" href="http://pkp.sfu.ca/ojs/" target="_blank">Public Knowledge Project</a> (Open Journal Systems), da <a title="Universidade de British Columbia" href="http://www.ubc.ca">Universidade de British Columbia</a>, no Canadá.</p>
<p>Para saber mais sobre esse sistema, acesse este <a title="SEER - IBICT/MCT" href="http://seer.ibict.br/" target="_self">link</a>.</p>
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		<title>Falando grego</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 03:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[República Helênica]]></category>

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		<description><![CDATA[Em várias cenas da comédia romântica O Casamento Grego (My Big Fat Greek Wedding), o pai da protagonista, um grego radicado nos Estados Unidos, insiste em colocar a cultura grega acima de todas as outras; em especial, superior à norte-americana. 
Os exemplos que  personagem dá para sustentar a sua tese, apesar de hilários na forma, são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1540" class="wp-caption aligncenter" style="width: 331px"><img class="size-thumbnail wp-image-1540" title="2002_my_big_fat_greek_wedding_004" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2010/03/2002_my_big_fat_greek_wedding_004-321x217.jpg" alt="Cena de O Casamento Grego" width="321" height="217" /><p class="wp-caption-text">Cena de O Casamento Grego</p></div>
<p>Em várias cenas da comédia romântica <em>O Casamento Grego</em> (<em>My Big Fat Greek Wedding</em>), o pai da protagonista, um grego radicado nos Estados Unidos, insiste em colocar a cultura grega acima de todas as outras; em especial, superior à norte-americana. </p>
<p>Os exemplos que  personagem dá para sustentar a sua tese, apesar de hilários na forma, são certeiros e absolutamente verdadeiros: uma quase infinitude de palavras do idioma de Shakespeare (e de todos os outros, diga-se de passagem) é originária da República Helênica &#8211; que, não por acaso, deu início ao que chamamos de civilização ocidental.</p>
<p>Por conta da grande influência no latim, o grego forma muitos radicais de vocábulos da Língua Portuguesa. Alguns exemplos de radicais gregos utilizados no Português cotidiano e seus respectivos significados e usos:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1545" title="radicais gregos" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2010/03/radicais-gregos1.jpg" alt="radicais gregos" width="427" height="442" /></p>
<p style="text-align: left;">(BECHARA, 2009, p.374-380).</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Referência<br />
</strong>BECHARA, Evanildo. <em>Moderna Gramática Portuguesa</em>. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O problema brasileiro do ISSN duplo. Precisamos discutir isso.</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 03:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma vasta população de pesquisadores, docentes e discentes, que atuam em áreas estratégicas de ciência e tecnologia, no Brasil, estão tendo problemas com um assunto que ainda não parece estar na agenda de discussão  das agências de fomento, leia-se CAPES, e de controle e avaliação.
Se um periódico científico tem um número de ISSN (International Standard [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><img class="alignleft size-full wp-image-1018" title="ISSN" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2009/11/ISSN1.jpg" alt="ISSN" width="181" height="140" />Uma vasta população de pesquisadores, docentes e discentes, que atuam em áreas estratégicas de ciência e tecnologia, no Brasil, estão tendo problemas com um assunto que ainda não parece estar na agenda de discussão  das agências de fomento, leia-se CAPES, e de controle e avaliação.</p>
<p>Se um periódico científico tem um número de ISSN </span><span style="font-size: small;">(International Standard Serial Number) </span><span style="font-size: small;">, na sua versão impressa, ao lançar a mesma revista com o mesmo conteúdo em versão eletrônica o mesmo periódico recebe um outro número de ISSN que é diferente da versão impressa.</p>
<p>Assim, por exemplo, a Revista Ciência da Informação tem na versão impressa o ISSN nº 0100-1965 e na versão eletrônica da revista o ISSN nº 1518-8353.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><br />
</span><span style="font-size: small;">A atribuição do ISSN para a revista impressa e de outro para a revista eletrônica é uma norma internacional e não existe forma aparente de que uma modificação seja realizada, ou seja, <span style="text-decoration: underline;">a colonização ainda não acabou</span>. Aliás, é importante ressaltar que o ISBN também utiliza o mesmo procedimento. Existem ISBNs diferentes para cada tipo de suporte de uma mesma obra.</span><span style="font-size: small;"></p>
<p></span><span style="font-size: small;">Qual é a razão desta norma internacional? Com o avanço das TICs, uma obra em meio eletrônico tem maior visibilidade do que uma obra em suporte impresso. Será? E, esse fato pode gerar diferenças na visibilidade de tal obra. Essa é apenas uma suposição, sem qualquer comprovação científica. Talvez seja o caso de se fazer tal investigação?</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><br />
</span></p>
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		<title>Os ritos acadêmicos</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 12:22:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe ProNormas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhos Acadêmicos]]></category>
		<category><![CDATA[bancas de defesa]]></category>
		<category><![CDATA[cerimônia]]></category>
		<category><![CDATA[cerimonial]]></category>
		<category><![CDATA[defesa de tese]]></category>
		<category><![CDATA[liturgia]]></category>
		<category><![CDATA[rito]]></category>
		<category><![CDATA[ritual]]></category>

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		<description><![CDATA[Por vezes taxados de excessivamente burocráticos, antiquados e até desnecessários, os &#8216;rituais&#8217; acadêmicos &#8211; a exemplo das cerimônias de colação de grau, bancas de defesa e cultos ecumênicos &#8211; acabam se perdendo em significado quando se opta por um destes caminhos: descaso completo para com essas &#8216;liturgias&#8217; ou preocupação excessiva com eles.
A via do bom-senso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1525" class="wp-caption alignleft" style="width: 266px"><img class="size-full wp-image-1525" title="beca" src="http://www.pronormas.com/wp-content/uploads/2010/03/beca.jpg" alt="A vestimenta especial ainda faz parte do ritual das colações de grau" width="256" height="218" /><p class="wp-caption-text">A vestimenta especial ainda faz parte do ritual das colações de grau</p></div>
<p>Por vezes taxados de excessivamente burocráticos, antiquados e até desnecessários, os &#8216;rituais&#8217; acadêmicos &#8211; a exemplo das cerimônias de colação de grau, bancas de defesa e cultos ecumênicos &#8211; acabam se perdendo em significado quando se opta por um destes caminhos: descaso completo para com essas &#8216;liturgias&#8217; ou preocupação excessiva com eles.</p>
<p>A via do bom-senso parece-nos ser a direção mais adequada. Como todo rito de passagem que se preze, uma cerimônia acadêmica &#8211; tomemos o exemplo da banca de defesa &#8211; marca não apenas a conclusão de um percurso, reconhecendo (através da aprovação) a correção da metodologia adotada e a relevância dos resultados obtidos, como também concede ao pesquisador uma titulação.</p>
<p>Título este que, fazendo um novo paralelo com os ritos, é a indicação formal e institucional de aceitação do cientista pelos pares acadêmicos. Tal como as faixas, os anéis, togas e demais adereços ritualísticos, a concessão de uma titulação, materializada através de um diploma ou certificado, autoriza o pesquisador a fazer parte de determinadas instâncias acadêmicas.</p>
<p>O rigor cerimonial das bancas de defesa realizadas em épocas antigas &#8211; com a pompa e a burocracia devidas, incluindo até vesturário especial -, apesar de ainda encontrar eco em algumas universidades, é raro nas cerimônias contemporâneas. Contudo, mesmo com menos traços de formalidade, as bancas ainda conservam alguns elementos comuns, a exemplo de:</p>
<p>1) Anúncio da cerimônia<br />
2) Apresentação da banca examinadora<br />
3) Prioridade na ordem de apresentação e avaliação aos convidados externos<br />
4) Respeito aos tempos de apresentação e arguição<br />
5) Retirada dos presentes para que a banca discuta sobre o veredito<br />
6) Retorno dos presentes para a apresentação do resultado<br />
7) Banca de pé para proferir o veredito<br />
8)Leitura da ata<br />
9) Concessão de láurea ou indicação a publicação do trabalho<br />
10) Entrega de documento com assinatura da banca, aprovando o pesquisador e condendo o título</p>
<p>Em tempos contemporâneos, a celeridade e toques informais são privilegiados. Contudo, observa-se a manutenção da base simbólica e ritualística. Consideramos que as cerimônias dessa natureza necessitam, naturalmente, de adequações e reformulaçãos a cada época, mas ressaltamos a importância do ritual e de roteiros relativamente formais; que indiquem e ressaltem que aquele momento não é corriqueiro, e sim especial, e que irá marcar o pesquisador ao longo de toda a sua trajetória acadêmica. Afinal, não é todo dia que nos tornamos bacharéis, mestres, doutores ou livre-docentes.</p>
<blockquote><p>Abaixo, reproduzimos orientações da Universidade de Brasília acerca das bancas de defesa de pós-graduações (UnB, documento eletrônico):<br />
<strong><br />
Outorga de grau &#8211; Doutorado, Mestrado e Especialização</strong></p>
<p>Considerando o crescente interesse por parte dos formandos dos cursos em participar da cerimônia de OUTORGA DE GRAU dos Curso de DOUTORADO, MESTRADO e ESPECIALIZAÇÃO, estes devem seguir as mesmas orientações dadas aos alunos da graduação, com exceção da estrutura do convite, em que o Decano de Ensino de Graduação deverá ser substituído pelo Decano de Pesquisa e Pós-Graduação.</p>
<p>Com relação à cerimônia quando os alunos de mestrado defendem sua dissertação, ou os alunos de doutorado defendem sua tese, devem ser observados os seguintes aspectos:</p>
<p>I. Do Convite</p>
<p>O convite para os professores que comporão a Banca Examinadora deve ser preparado em nome do professor orientador e confirmada a presença com antecedência.<br />
O aluno poderá trazer seus convidados, mas estes não poderão se manifestar durante o período de defesa da tese ou dissertação.</p>
<p>II &#8211; Da Composição da Mesa</p>
<p>A banca examinadora deverá ser composta pelo Professor Orientador, e pelos examinadores.<br />
O aluno deverá estar sempre voltado para a banca examinadora, em pé, para apresentação do seu trabalho.</p>
<p>III &#8211; Do Traje</p>
<p>A Banca Examinadora poderá usar traje passeio completo, os docentes da UnB, sobre os ombros usarão a pelerine da UnB.<br />
O aluno poderá usar o traje passeio completo.<br />
O aluno poderá, após o resultado, oferecer um coquetel de confraternização aos convidados.</p></blockquote>
<p><strong>Referência<br />
</strong><em>Cerimônias Universitárias</em>. Disponível em &lt;<a href="http://www.unb.br/administracao/ceri/cerimonias.php">http://www.unb.br/administracao/ceri/cerimonias.php</a>&gt;. Acesso em 27 de fevereiro de 2010.</p>
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